Desemprego não para de crescer no nosso País

Entra mês, sai mês, e o desemprego não para de apavorar os lares de milhares de trabalhadores brasileiros.

Prova de que o emprego está em queda livre no País são os números projetados por especialistas, segundo os quais o Brasil perdeu entre 80 e 135 mil postos formais de trabalho apenas no mês de março, a mais severa leva de demissões para o mês dos últimos 24 anos.

Nos últimos 12 meses, o País perdeu mais de 1,8 milhão de empregos formais. E este número deverá superar a casa dos 2 milhões no ano. Este é o tamanho do “buraco” em que a política econômica do governo nos colocou.

Em vez de contratar, as empresas, graças à baixa produção e para reduzir seus custos, estão demitindo. Os juros altos e a inflação travam o comércio, que, por isto, também demite, afetando e travando outros setores. E por aí vai, mas sempre dificultando a retomada do crescimento econômico do País.

Muito desta situação deve-se à falta de diálogo do governo com os representantes dos trabalhadores e dos empresários, para que as decisões visando o desenvolvimento da indústria, do comércio e do setor de serviços, para só citar alguns setores, sejam tomadas em consenso.

Para que este caos tenha um fim, o governo tem de voltar seus olhos para a classe trabalhadora. Tem de mirar a manutenção dos empregos existentes e a criação de outros. Tem de governar pelo e para o Brasil!