Crise econômica é muito pior para as mulheres

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A crise econômica que assola o Brasil mais intensamente desde a reeleição da presidente Dilma Rousseff freia o desenvolvimento do País, traz insegurança à população e sofrimento para as famílias. Em particular um grupo sente de forma mais pesada as consequências da incompetência do governo: as mulheres, que são as que mais perderam postos de trabalho em 2015.

De acordo com o IBGE, só neste ano, 260 mil pessoas deixaram seus trabalhos. Sabe quantas são mulheres? Quase 200 mil brasileiras, ou 77% dos novos desempregados. Mais um golpe contra nós, sujeitas a toda sorte de vulnerabilidade e injustiça social.

Para piorar, o rendimento das que estão empregadas também diminuiu. A média do rendimento feminino hoje é de R$ 1.531, contra R$ 1.554 do fim do ano passado. Esse cenário, todas sabemos, causa sofrimento a milhares de famílias que têm na figura feminina a chefe da casa e responsável pela maior parte da renda familiar.

Crises momentâneas qualquer nação pode passar. Porém, as atitudes do governo Dilma nos dão convicção que a situação só piorará, deixando todos os brasileiros, em especial as mulheres mais pobres, em situação de grande vulnerabilidade. Hoje é quase um milhão de mulheres que procuram trabalho em vão. Todas nós precisamos lutar para mudar esse cenário. Garra na adversidade nunca nos faltou!