Em 2020, a economia precisa crescer sem prejudicar os trabalhadores

paulinho

O ano de 2019 foi marcado por retrocesso nos direitos trabalhistas. Os brasileiros perderam muito, inclusive os empregos. São mais de 12 milhões de desempregados e aumento significativo da desigualdade social.

Da maneira que o governo tem feito as reformas, sacrifica muito os trabalhadores. A reforma da Previdência, por exemplo, era necessária. Não conseguimos aprovar com as regras que gostaríamos, mas fizemos mudanças importantes no projeto do governo, como o BPC, que são os beneficiários do programa de prestação continuada, que atende pessoas com deficiência e maiores de 65 anos em estado de miserabilidade.

No momento está em discussão a MP 905, conhecida como Carteira Amarela, que é uma atrocidade contra os trabalhadores. A equipe econômica do governo quer ignorar mais de 70 artigos da CLT com a justificativa de gerar empregos.

Na Câmara, tenho lutado para reduzir essas injustiças e em 2020 vou continuar empenhado na defesa da classe. Acredito que para o país crescer é necessário fazer uma reforma Tributária real e não apenas uma junção de impostos, como pretende o Executivo. Também é preciso destravar projetos da área social, como os de incentivo a geração de emprego e renda.

O novo sistema tributário precisa reduzir os impostos tanto para empresas quanto para o cidadão, para gerar empregos de qualidade e impulsionar o consumo.

2020 é um ano de eleições e um momento importante para escolher os representantes municipais. Como presidente do Solidariedade tenho trabalhado para colocar à disposição da população candidatos qualificados e com capacidade para transformar o Brasil.

Vamos continuar nossa luta, pois o Brasil precisa crescer economicamente, não apenas para um grupo, mas para todos os brasileiros. Só assim conseguiremos melhorar a vida das pessoas e reduzir a pobreza.