São Paulo toma a frente nas discussões pela reforma administrativa

Enquanto o presidente Jair Bolsonaro censura as discussões pela reforma administrativa, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), faz sua parte. Na semana passada, o governo de SP apresentou uma série de propostas para enxugar a máquina pública e organizar as contas para o ano que vem. O projeto de reforma administrativa foi entregue pelo vice-governador, Rodrigo Garcia (DEM), e o secretário de Projetos, Orçamento e Gestão, Mauro Ricardo, ao presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, Cauê Macris (PSDB). A ideia é de reorganização das contas depois da devassa causada pela pandemia de Covid-19, no estado em que a doença desembarcou antes e alastrou-se de forma mais rápida. O plano da reforma de Doria é ambicioso. O projeto de lei envolve a extinção de autarquias ligadas à gestão estadual e a alienação de imóveis ocupados por estes órgãos. O primeiro deles é a extinção de duas empresas: a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo, a EMTU, e da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo, a CDHU, além da privatização do Zoológico.

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