Mercado de capitais mais ativo amplia riqueza no país – Valor Econômico

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Num Brasil recém-saído da recessão, foi a maior atividade do mercado de capitais que possibilitou o crescimento da riqueza no país. Após três anos sem praticamente observar movimentos de multiplicação de capital, operações de fusões e aquisições, ofertas de ações e uma maior distribuição de dividendos permitiram que o patrimônio pessoal do brasileiro crescesse 11% no ano passado, com um incremento previsto de mais 10% em 2018, para US$ 1,8 trilhão. Os juros sensivelmente mais baixos também favoreceram a tomada de risco e os aplicadores capturaram bons retornos, pelo menos até a virada recente dos ativos. Os dados são da Boston Consulting Group (BCG).

Para os próximos cinco anos, a expansão anual estimada é da ordem de 11%, atingindo US$ 2,8 trilhões. Pelo levantamento, no ano passado, a média global foi de 7% e deve seguir nesse ritmo até 2022. A média per capita da riqueza pessoal na América Latina, no entanto, é de US$ 11 mil, enquanto no mundo chega a US$ 29 mil. A América do Norte é o local com maior média da riqueza per capita, de US$ 312 mil.

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